BS
domingo, 29 de maio de 2011
Sem mudanças de rotina
BS
Desabafos de uma morena
Apareceu misteriosamente como quem não quer nada. Mas queria - e muito - queria sugar todo o meu amor só pra ele, me iludir com belas palavras, pra depois sumir no mapa, sem deixar notícias, sem dizer 'adeus'. E a boba apaixonada aqui, fica sofrendo por quem não quer nada. Seu canalha, idiota e sem coração!
BS
Coloquei a cabeça onde não fui chamada, atrevida eu. Mas fui mais atrevida, quando coloquei o coração, aí que fudeu tudo.
BS
Mau com o mau cheio de graça
Eu faço do nosso amor um humor. Não levo nada a sério no que você diz. Porque quando levei, eu sofri. Eu não chorava por fora. Mas por dentro rolava água, onda, pra tudo que é lado, por conta das turbulências que – você – deixou-as mais fortes. O terreno do meu coração encharcado não brotava mais. Não brotava carinho, alegria, mau mau um sorriso amarelo. Tudo porque eu me deixei levar pelo “eu te amo, se cuida, linda” que você dizia na maior cara de pau. Seus sussurros, seus toques aconchegantes que me doem e arrepiam só de lembrar.
Tudo o que você diz eu repito “próxima piada”. Porque rindo de tudo é mais fácil relevar. É menos dor. Piada a gente não leva a sério. Você eu não levo mais a sério.
Pois quando corri atrás, você fechou a porta dos teus melhores olhos, os do coração. Eu ficava que nem uma cadelinha no cio, a procura de um macho. Agora é a sua vez. Porque aqui o palhaço agora é você. Eu sou só a platéia. Que vai rir até das suas desgraças de braços cruzados. E quando você vier me procurar, eu direi na sua lata “A graça acabou, palhaço. Próxima piada”.
RR
sábado, 28 de maio de 2011
Vanda: Se eu me cortaria por você?
Olavo: Não faria isso?
Vanda: Você faria isso por mim?
Olavo: Insegurança de mulher...
Vanda: Insegurança de homem...
Olavo: Cortaria?
Vanda: Só se eu amasse forte e verdadeiramente.
Olavo: Não me ama desse jeito?
Vanda: Eu teria que ter muita coragem pra fazer isso. E coragem também pra amar você.
RR
Olavo: Não faria isso?
Vanda: Você faria isso por mim?
Olavo: Insegurança de mulher...
Vanda: Insegurança de homem...
Olavo: Cortaria?
Vanda: Só se eu amasse forte e verdadeiramente.
Olavo: Não me ama desse jeito?
Vanda: Eu teria que ter muita coragem pra fazer isso. E coragem também pra amar você.
RR
Hablando
Raissa diz:
*eu querooooo
Thaais Kamara' diz:
*qeer oqq ?
Raissa diz:
*minha cama
*eterna acompanhante
*eu querooooo
Thaais Kamara' diz:
*qeer oqq ?
Raissa diz:
*minha cama
*eterna acompanhante
Na real
Carine: Nossa ontem um merecia sumir, sério, que que esses guris tem na cabeça?
Norah: Sexo... Mas o que ele fez?
Carine: Ai, nasceu só.
RR
RR
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Que fique desnecessário
Dizem que os humanos são assim: acostumáveis. Acostuma com a escuridão se não tem janela. Acostuma com a tristeza se não tem sorriso. Acostuma com o vermelho se não tiver nenhuma cor por perto. Acostuma a sofrer.
E eu acostumei com você.
Com seu sorriso, suas brincadeiras, sua mão, seu arrepio, sua boca... Sou humana não é? Mas e o desacostumar, o que faço com isso? Noto que desde que você foi embora, o desacostumar é mais difícil do que o acostumar. Acostumei tanto com você que é como se não pudesse mais viver sem o sol, sabe. Mas você não é o sol.
Se eu acostumei com sua presença, acostumo com sua falta.
Mesmo que me doa, que me arrepie, que me acabe e me quebre, eu tento. E não desisto. Desistir é um ato de fracasso. E o fracassado aqui é só você. Só.
Se eu acostumei com sua presença, acostumo com sua falta.
Quando você foi embora, não ouvi nenhuma palavra que saiu da sua boca dizendo que sentiria saudade. Orgulhoso! Já eu chorei. Porque acostumei! Desacostumar por mais que pareça fácil, não é! Pensa se você vai acostumar a viver sem a noite fácil, fácil...
Mas ele não é a noite.
Só é um nada, um homem que veio pra minha vida, me fez feliz em momentos e resolveu desaparecer. Por conta própria.
Não nasci colada em você e também você nem me viu dar meus primeiros passos, então que importância você teria na minha vida?
Acostumo sem você.
Coisa ruim sempre demora acabar, não é? Deixa demorar a sair de mim. Já que não presta, só me de paciência. Pra desacostumar.
Se eu acostumei com sua presença, acostumo com sua falta. Tranqüila.
RR
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