quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dura verdade relembrada

Quando saimos na sexta, você, bem no final, na sua casa, pediu meu celular pra escrever o teu. Me forçou a escrever o meu no seu. Sabe o motivo por eu recusar a escrever? Puro charme. Também não fui eu que liguei para o outro primeiro. Esperei você. Puro charme: não iria me dar o luxo de ser a remela no seu olho. Priorizo homem com iniciativa. Como você, assim que fui me deitar, chegou mensagem no celular e, até parece que adivinhou a hora certa. George: "preparei pra deitar e vi o outro lado da cama vazio. Senti frio, fora e dentro do cobertor. Sua voz faz falta, boa noite. GR". Sei que não era exatamente minha voz que sentia falta. Era da dona dela. Sério que tentei me segurar pra não gritar, sentir aquela felicidade, o calor e arrepio. Mas poxa, você me pegou. Aliás, me jogou no teto! Nenhum cara que saí, mandou isso pra mim, até aquele dia. Na verdade, homem algum vai se render a uma mensagem pra garota. Ok. Posso dar aquela escapadinha boba atoa de viver amor. E assim se fez. Ligações durante toda noite, mensagens, beijos, ficadas e bebidas. Até que você soube esperar, tanto esperou que recompensou a noite. Não fazia frio lá fora e nem aqui dentro quando estávamos juntos. Você dizia boa noite, se proteja. É lógico. No frio me agasalhava, no calor ventilava. Só pra ficar boa pra você. Tanto protegi que terminamos. Acho que você deu conta de que eu te amava. Realmente não dava certo. Também tinha que, eu era festeira e você caseiro. Poxa! Atualize filho! Ainda digo que você foi/é o melhor cara. Suas mensagens estão no meu cel. As velhas e as que você me manda sempre, a cada brilho de lua e raio de sol.
RR

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